quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O 5º MINISTRO A CAIR
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
NADA MAIS QUE A VERDADE...
Quando o assunto é direitos humanos, Erundina sempre esteve empenhada e no comando do governo municipal de São Paulo (1989/1993), foi criada uma comissão especial que investigou corpos enterrados em valas comuns nos cemitérios da cidade, que segundo as investigações, eram de opositores do regime. Leia mais.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independência do Brasil. A separação política entre a colônia do Brasil e a metrópole portuguesa foi declarada oficialmente neste dia.
Ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal.
Impelido pelas circunstâncias, D. Pedro pronunciou a famosa frase "Independência ou Morte!", rompendo os laços de união política com Portugal.
Culminando o longo processo da emancipação, a 12 de outubro de 1822, o Príncipe foi aclamado Imperador com o título de D. Pedro I, sendo coroado em 1 de dezembro na Capital.
Leia mais sobre a Independência do Brasil.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
O Congresso reuniu petistas de todas as alas, cada um defendendo um ideal para os novos passos do partido, mas o assunto que mais interessava para uma meia dúzia de petistas era o marco regulatório da imprensa.
Para os vermelhos que estavam contando com a aprovação dessa censura disfarçada de marco regulatório, deram com os burros n´água: a presidente Dilma disse não.
MARTA LIDERA DISPUTA PELA PREFEITURA DE SP
Da Folha Online
Primeira pesquisa Datafolha para a eleição municipal de 2012 aponta que a senadora Marta Suplicy (PT) saiu na frente na disputa pela Prefeitura de São Paulo, informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha de S. Paulo, desta segunda-feira (5).
Ela lidera a corrida em todos os cenários pesquisados (confira abaixo), com vantagem média de 14 pontos percentuais em relação aos adversários. Sem Marta no páreo, o ex-governador José Serra (PSDB) e o ex-deputado Celso Russomanno (PP) aparecem empatados na ponta.
Lançado pelo ex-presidente Lula, o ministro Fernando Haddad (Educação), que disputa com a senadora a indicação para concorrer pelo PT, oscila entre 1% e 2% das intenções de voto.
Marta obtém sua menor folga na simulação em que Serra é o candidato tucano. Ela chega a 29%, contra 18% do rival --uma vantagem de 11 pontos percentuais. Russomanno é o terceiro colocado, com 13%.
domingo, 4 de setembro de 2011
PODEROSA

“Nossa lista reflete os caminhos diversos e dinâmicos em direção ao poder para as mulheres hoje, seja liderando uma nação ou definindo a pauta de questões críticas da nossa época”, disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman, em nota.
Oito chefes de Estado e 29 presidentes-executivas estão na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Elas têm em média 54 anos e controlam, juntas, US$ 30 trilhões. 22 delas são solteiras.
Dilma foi citada como a primeira mulher a liderar a maior potência econômica da América Latina, enquanto Merkel foi classificada como a única mulher chefe de uma economia global real da Europa. Hillary foi elogiada por ter lidado com as revoluções no Oriente Médio e revelações do WikiLeaks em seu segundo ano no cargo.
sábado, 3 de setembro de 2011
PAULO MALUF, 80 ANOS
Paulo Maluf completa hoje 80 anos. Na vida pública desde 1969, Maluf é certamente uma das figuras políticas mais notórias, polêmicas e controvertidas.
Em sua biografia Ele, Maluf, trajetória da Audácia, lançada em 2008 o define com estilo voluntarioso e frequentemente arrogante. Se diz orgulhoso de tudo aquilo que realizou.
Amado por alguns e rejeitados por outros, ele angariou uma enorme antipatia nesses anos de politica. Acusações de malversação de recursos públicos lhe são feitas com frequência.
Com uma extensa carreira política, Maluf é colecionador de frases polêmicas, entre elas: “O que fazer com um camarada que estuprou uma moça e matou. Tá bom, está com vontade sexual, estupra, mas não mata”.
Clique aqui e escolha a frase mais polêmica dos 80 anos de Maluf. Leia mais sobre a trajetória de Paulo Maluf.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
MAIORIA INSIDIOSA
Por Dora Kramer colunista do O Estado de S. Paulo
O mesmo delito que serviu para derrubar um governador não foi suficiente para a Câmara cassar o mandato de uma deputada. Assim como José Roberto Arruda, Jaqueline Roriz foi filmada enquanto recebia dinheiro do dublê de operador e delator de um esquema de arrecadação e pagamento de propinas a agentes públicos no Distrito Federal.
Até a quantia era a mesma: R$ 50 mil.
O fato não veio ao caso. O importante na concepção de 347 deputados - 265 votantes, 20 abstencionistas e 62 faltosos - não é o convívio com quem prevarica, mas criar um salvo-conduto para a prevaricação geral.
E não se diga que o ato buscou preservar vidas pregressas, o que em si já seria grave. No julgamento de "La Roriz" estava em jogo o preceito do crime cometido anteriormente ao mandato em curso, mas desde 2006 a Câmara não pune ninguém mesmo por delitos ocorridos no exercício da delegação popular.
Desde o mensalão, quando foram cassados os deputados José Dirceu, Roberto Jefferson e Pedro Corrêa, parece ter havido um pacto de não agressão no Parlamento pelo qual tudo é perdoado em nome do corporativismo malfeitor.
Quanto mais transgressores são absolvidos, mais transgressora se torna a instituição, que na noite desta terça-feira chegou à perfeição ao patrocinar uma absolvição a despeito da prova filmada em vídeo.
Depois disso, não há mais como estabelecer o que seja ou não quebra de decoro parlamentar. Tudo se tornou permitido e ao mesmo tempo dominado pelo princípio de que o crime é sempre compensador se for devidamente protegido da cobrança da opinião pública.
Trabalho de uma maioria silenciosa, que naquela sessão de julgamento se calou durante o processo, não defendeu sua posição - portanto, confessadamente indefensável -, abrigando-se na ausência e no voto secreto. Uma anomalia cujo fim a Câmara chegou a aprovar em primeiro turno depois de várias absolvições de mensaleiros, mas que houve por bem enfiar na gaveta onde se arquivam muitos males, entre os quais a prerrogativa de não decidir.
Os dois maiores partidos de sustentação do governo, PT e PMDB não deram uma palavra para dizer o que achavam a respeito do que se passava ali. Aderiram ao silêncio cínico de aprovação à tese de que crime tem prazo de validade.
Os petistas, tão senhores de si quando se trata de ironizar a má fama dos pemedebistas companheiros de aliança, não têm mais argumentos para tripudiar: com tantos nos bancos dos réus só lhes resta se unirem no deboche ao País, na esperança de que a impunidade de hoje não só os favoreça amanhã, mas lhes sirva como defesa.
Em seguida à exorbitância da absolvição não obstante a prova, a Câmara arrematou: como se nada demais tivesse acontecido, sacudiu de leve a poeira e prosseguiu a sessão para o "cumprimento de um acordo" para votação de três destaques em medida provisória cujo prazo expira só daqui a 20 dias.
Uma legítima celebração do descaramento incorporado ao cotidiano como rotina.
Já foi diferente. Hildebrando Pascoal, o assassino da serra elétrica até hoje na cadeia, foi cassado há quase 12 anos por crimes cometidos anteriormente ao mandato de deputado que cumpria pelo Acre.
Mas aqueles ainda não eram tempos estranhos em que as piores baixezas são praticadas com ares de grandeza.
Autoria da obra. Depois da passagem de Lula pela Presidência, emprestando o prestígio do cargo à defesa de malfeitores e ao ataque aos que os criticam ou tentam lhes impor freios, o ambiente ficou muito mais permissivo na República.
Cenografia. Amanhã o PT realiza um congresso em Brasília. Das decisões, entre petistas a mais importante é a foto de Dilma com Lula para simbolizar a união fraterna.
PRÁTICAS CRUÉIS
O deputado federal, Ricardo Trípoli (PSDB-SP), apresentou nesta semana Projeto de Lei 2086/2011 que proíbe as derrubadas de animais e perseguições seguidas de laçadas em rodeios, vaquejadas e eventos similares. Aos infratores, o projeto estabelece sanções que pode chegar a R$ 30 mil. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado.
O parlamentar usou como justificativa um fato recente ocorrido na 56ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (SP), onde um garrote teve de ser morto vítima de uma paralisia provocada pela queda na “bulldogging”, perseguição na arena seguida de derrubada. O animal teve a coluna vertebral quebrada pelo peão.
Para lembrar – Em 2005 na novela América, a autora Gloria Perez abordou a temática dos rodeios e como os animais desses eventos eram tratados, infelizmente houve uma interpretação errônea por parte de alguns integrantes de entidades que defendem os direitos dos animais e travaram um boicote a novela.