Por Joaquim Cunha, via Facebook
Meus amigos, minhas amigas, Há um ano estamos aqui com vocês. Me lembro muito bem o quanto resistir, por não conhecer com maiores detalhes este impressionante e agradável espaço de comunicação, interação, reencontro de grandes amizades distanciadas pelas circunstancias da vida, de oportunidade de construir tantas outras, e aprofundar conhecimentos sobre o pensar e agir de muitos.
Meus amigos, minhas amigas, Há um ano estamos aqui com vocês. Me lembro muito bem o quanto resistir, por não conhecer com maiores detalhes este impressionante e agradável espaço de comunicação, interação, reencontro de grandes amizades distanciadas pelas circunstancias da vida, de oportunidade de construir tantas outras, e aprofundar conhecimentos sobre o pensar e agir de muitos.
Assim como todos vocês, tenho também uma finalidade aqui,
respeito e acompanho as manifestações de todos vocês, coloco, quando acho
conveniente e sem qualquer gesto de confrontação, embora algumas fujam do meu
pensar, as minhas opiniões, deixando, portanto, de criar qualquer clima de
debate, por compreender que cada um tem o direito de expor as suas ideias, e de
igual modo, respeitar a diversidade de opiniões, que fazem daqui, um espaço
democrático e próprio para a exposição e divulgação do que cada um acha
importante. Na verdade tudo é importante, mesmo, quando não o é, para qualquer
um de nós.
Todos percebem que me manifesto de forma sempre muita clara,
na defesa de um grupo social, suas aflições e demandas, por ter feito disto uma
bandeira de lutas, que nutre o meu compromisso, humilde é verdade, mas é o meu
compromisso.
Não me manifesto de forma diferente, na defesa desta minha
linha, seja qual for a circunstancia ou universo que ele esteja sendo afetado.
Respeito, até mesmo o pensamento de pessoas presas a questões pessoais, como
verdadeiros escravos destes pensamentos, que às vezes não lhes permitem
enxergar algumas diferenças, tentando até, ao invés de reconhecer erros e
acertos de alguns, sempre procurar pontos negativos de alguém exitoso, como se
isto pudesse justificar os fracassos dos que defendem, ou não condenam, por conta
de guardar na alma, as algemas que não conseguem se desvencilhar. É uma Pena!
Não posso deixar de dizer, que o Petróleo não é mais nosso,
porque pode atingir quem tem o dever de defender, como aliás fazia no passado,
como vejo tantos fazerem isto de forma ridícula e querendo tapar o céu com
peneira. Onde ficaram as lutas desta bandeira? eram apenas um trampolim para o
poder, como, aliás, tem ocorrido com tantas outras defendidas por esta gente, e
hoje tão negligenciadas?
Que história é esta que CPI é palanque de campanha pra este
ou aquele partido? Ano de eleição é permito os maus feitos? Vejo alguns, que
até arriscam comentários positivos com relação ao País, mas, não fazem o mesmo,
quando se trata das questões locais ou estaduais, porque? Aqui pode?
O País está descendo a ladeira, as instituições estão sendo
desfiguradas. Os serviços públicos não atendem as demandas da população, As
manifestações justas e necessárias, estão sendo ameaçadas, enquanto os Governos
continuam surdos e dissimulados. Onde vamos parar? " O Haiti é aqui?
". Estamos sendo convocados este ano, Para responder estas perguntas,
reflita!
Não é uma questão de Partidos Políticos, é uma questão de
Honradez, ética e comprometimento, para o exercício das funções públicas, por
pessoas que devem ser escolhidas com muita responsabilidade e visão para a
formação de Governos afinados e comprometidos com as vontades e necessidades
coletivas!
Obrigado a todos vocês pela companhia de um ano de muita
satisfação por estarmos juntos. O POVO VENCERÁ! Um abraço, Joaquim Cunha.
Joaquim Cunha, ex-prefeito de Gavião (BA) – Foi Presidente
da Associação de Prefeitos da Região nordeste e Vice-Presidente da União dos
Municípios da Bahia (UPB).

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