Os atos foram organizados por movimentos sociais e sindicais
- com destaque para a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos
Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e União dos Estudantes do Brasil (UNE), com apoio
do PSOL e PCdoB.
Ao longo de todo o dia, ao menos 39 cidades registraram atos
organizados por centrais sindicais e movimentos sociais em defesa do governo
federal e contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ajuste fiscal em 25
estados e no DF.
Segundo dados da Polícia Militar, em todo o país, cerca de
73 mil. Para os organizadores dos protestos pró-Dilma, foram 190 mil. Os
manifestações de ontem (20), foi um contraponto às manifestações de 16 de
agosto que, segundo números da Polícia 879 mil, nos números dos organizadores,
2,0 milhões.
Um fracasso retumbante as manifestações. Nem a ‘verba’ de
R$35,00 reais, pão paga pelos organizadores e pão com mortadela não causou
interesse nos pelengos filiados às centrais sindicais, movimentos sociais e a
UNE.
No duelo ‘coxinha’ versus ‘mortadela’, a primeira levou
vantagem no número de manifestantes; uma ressalva: nos protestos de domingo
(16), não houve cachê, nem bolsa-protesto.

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