País que deseja superar a miséria tem que abrir sua economia
ao livre mercado, deixar que os agentes econômicos possam agir e prosperar,
para que aumentem a renda nacional e a massa salarial. Isso é o que promove
inclusão social e eleva a renda dos mais pobres.
É preciso simplificar processos de abertura de empresa,
reduzir o lobby sindical, modernizar a infraestrutura através de iniciativas
público-privadas, reduzir os impactos dos tributos nas folhas de pagamento das
empresas além de claro reduzir o tamanho do próprio Estado, que passaria a
centrar-se no essencial.
Nada de bancos públicos ou empresas prospectoras em seu
controle. Abaixo a todos os monopólios. Assim, os políticos perderão
privilégios e a tal governabilidade se dará através de pautas comuns e não por
distribuição de empregos para apaniguados de partidos políticos.
É preciso fazer mastectomia na porca Estado. Acabar com a
cultura tetista que virou regra desde os tempos da república velha. Nada mais
gratificante que ver um brasileiro como Jorge Paulo Lehman despontando no mundo
dos negócios.
Sou pelo PROGRESSISMO e não pelo "VITIMIMIMISMO".
Sou pela ciência, pelo empreendedorismo, pelo self-made-man. Não vejo patrão e
empregado como forças opostas e inconciliáveis, mas complementares.
Quanto maior é a competitividade e produtividade de uma
economia, mais barato se torna a produção de bens, principalmente os de
primeira necessidade e todas as classes sociais, principalmente as menos
abastadas se beneficiam com a redução do custo de vida.

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