Em 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra proíbe os jogos de
azar no Brasil. A decisão gerou uma legião de desempregados — e um grande
contingente de boêmios carentes.
Os cassinos fecharam, mas os profissionais da noite logo
encontraram um novo ambiente: as boates de Copacabana. Em vez das apresentações
grandiosas, as boates favoreciam a penumbra, a intimidade, o romance.
Assim como a ambience, a música baixou de tom. Os músicos
voltaram aos palcos, mas em formações menores, tocando quase como um sussurro ao
ouvido.
Essa nova música, as
boates e o contexto que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy
Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.
Sinopse

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