terça-feira, 12 de julho de 2011

DEPUTADOS CELEBRIDADES VALERAM OS SEUS VOTOS?

O site Congresso em Foco que faz cobertura jornalística do Congresso Nacional, em reportagem de Fábio Góis mostra como os deputados celebridades como o ex-BBB Jean Willys (PSOL-RJ), o lutador Arcelino de Freitas (PRB-BA), o Popó, o palhaço Tiririca (PR-SP), o ex-jogador Romário (PSB-RJ), entre outros, como se saíram em seu primeiro semestre de trabalho. Clique aqui e confira a reportagem.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

ZÉ PRADO, 80 ANOS

Em 11 de julho de 1931, nasce em Sobral (CE), José Parente Prado, filho do ex-prefeito de Sobral Jerônimo Medeiros Prado e Francisquinha Gomes Parente Prado.Em continuidade aos passos do pai, Zé Prado ingressa na política em 1972.

Eleito prefeito de Sobral por duas vezes, deputado estadual por três legislaturas. Casado com dona Maria do Socorro Barroso Prado; tiveram três filhos: Ricardo Prado, Marco Prado e José Inácio.

Zé Prado torna-se um dos políticos mais respeitado e admirado em Sobral - zona norte – e no Estado do Ceará. Sempre empenhado no bem-estar do povo sobralense e do Ceará respeitou o rico e esteve sempre em defesa do pobre.

Com jeito simples, amigo e companheiro de fazer política, ele cativou até adversários, que se rendiam a um abraço do “Zé dos Pobres”, como era conhecido pela população sobralense.

José Parente Prado faleceu em 26 de maio de 1999, vítima de um infarto, no Hospital Dr. Estevão, em Sobral (CE). Deixou esposa, filhos, o Pai (faleceu em 2003), irmãs, netos, parentes e amigos!

Saudade do “Zé dos Pobres”!

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sábado, 9 de julho de 2011

REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932

É feriado em São Paulo neste sábado, 9 de julho, dia que os paulistas homenageiam os combatentes da Revolução de 1932, que ficou conhecida como Guerra Paulista.

Com o rompimento da chamada “política do café com leite”, em 1929, entres os Estados de Minas Gerais e São Paulo, desencadeou a Revolução de 1932.

Em reação ao fim da política do café com leite, os estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul lideraram o movimentou que culminou no Golpe de 1930.

Os paulistas saíram derrotados do embate, mas não se pode dizer que foi em vão; em 1934 sob pressão social o governo de Getúlio Vargas criou uma nova Constituição Federal.

Leia mais sobre a Revolução de 1932, hoje o maior feriado cívico do Estado de São Paulo.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

SÍNDROME DA SAÚVA

Por Dora Kramer colunista do O Estado de S. Paulo

A aprovação do Regime Diferenciado de Contratações para as obras da Copa e da Olimpíada sem resistência nem debate no Senado e a manutenção da cota do PR no Ministério dos Transportes, depois da comprovação de que as indicações do partido foram todas deletérias, dizem quase tudo a respeito da promiscuidade nas relações entre Executivo e Legislativo.

Mostram como se opera o milagre da transformação da contestação em concordância sobre uma medida provisória rechaçada de início até pelo presidente do Senado, sem que seja necessário fazer alterações no conteúdo antes criticado.

Mostram também como um partido que indica gestores com o objetivo comprovado de se locupletar consegue não só preservar sua capitania na administração pública, como ganha a prerrogativa de comandar a substituição dos demitidos sob forte suspeita de corrupção ao ponto de condicionar a decisão da presidente da República às suas vontades.

Consolidou-se nas últimas décadas, desde a redemocratização, e aprofundou-se nos últimos anos a tese de que no modelo governo de coalizão brasileiro não há outro jeito a não ser seguir a norma segundo a qual o Executivo é comprador, fornecedor e distribuidor e o Legislativo entra na história no papel de mercadoria.

Dissemina-se também a convicção de que a vida é mesmo assim: sempre foi e sempre será. Não é verdade. O cientista político José Álvaro Moisés está lançando o livro O Papel do Congresso Nacional no Presidencialismo de Coalizão e a respeito do tema deu uma entrevista ao caderno Aliás, na edição do último domingo do Estado, dizendo que pode sim ser diferente.

"Se o mandatário tiver habilidade e capacidade de negociar, cria uma base homogênea para acompanhá-lo, com base em um programa de governo claramente anunciado. Admite a coabitação, mas determina qual programa a ser seguido", argumenta.

É uma operação de difícil execução, mas não impossível. Como aponta Moisés citando o professor da UnB Lúcio Rennó, "depende da virtude do presidente".

Desde José Sarney, o fisiologismo grassou em diferentes níveis. O primeiro governo civil depois do período militar foi refém do poderio do PMDB no Congresso, que lançou as bases da dinâmica "é dando que se recebe".

Fernando Henrique Cardoso impôs um programa. Cedeu bastante, notadamente em função do plano de criar o instituto da reeleição, mas não cedeu completamente: conseguiu viabilizar reformas, acabou com o cabide das "teles" e profissionalizou a Petrobrás.

Não do dia para a noite nem de forma conclusiva. Mas iniciou um processo que o sucessor, Luiz Inácio da Silva, interrompeu ao optar pelo caminho aparentemente mais fácil: a cooptação pura e simples, partindo do princípio de que se os "picaretas" estavam à venda bastava comprá-los.

Foi bem-sucedido em termos imediatos, mas ajudou a construir a armadilha da qual Dilma Rousseff é prisioneira e que só tende a desqualificar, a tirar a legitimidade da democracia representativa.

A fim de que o fisiologismo não acabe por arrasar a democracia no Brasil, urge que se dê um jeito no fisiologismo. Mário de Andrade, em Macunaíma, usou a saúva - "Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil" - para ironizar politicagens em geral.

Acabar com elas não parece factível, mas entre o 8 ideal e o 80 dos tempos atuais há um meio termo, um modus operandi mais decente e que não desmoralize as instituições.

Complicado? Claro, mas o combate à inflação também pareceu impossível por duas décadas e, no entanto, se fez. Juntando-se fatores como compreensão do problema, capacidade de decisão, competência na operação, habilidade de convencimento, eficácia na comunicação, honestidade de propósitos e, sobretudo, vontade de fazer.

Transposição. Engendra-se no Planalto a retirada de todas as obras do PAC do Ministério dos Transportes e a transferência para a jurisdição de Miriam Belchior, no Planejamento.

Com isso, a pasta ficaria praticamente reduzida ao acompanhamento de obras de manutenção de estradas.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

MARINA DEIXA O PV

Em evento realizado em São Paulo nesta quinta-feira (7), a ex-senadora Marina Silva anunciou sua desfiliação do Partido Verde. Filiada desde agosto de 2009, ela deixou o PV após ver seus sonhos de um partido mais democrático ir por água a baixo e o principal responsável é o presidente nacional da sigla, José Luiz Penna, que está no comando do partido há mais de 12 anos.

Junto com Marina, outros verdes também anunciaram sua saída: Guilherme Leal – que foi vice na chapa de Marina à presidência da República – Ricardo Young – que disputou uma vaga ao Senado pelo PV , ficou em quarto lugar – o presidente estadual do PV paulista Maurício Brusadin.

O presidente do PV carioca, o deputado Alfredo Sirkys continua na silga, mas anunciou seu desligamento das atividades partidárias. Um dos fundadores do partido, o ex-deputado Fernando Gabeira participou do evento via Skype. Mas ele continuará no PV.

Marina disse que “não é hora de ser pragmática, é hora de ser “sonhática”. Ela criticou o fisiologismo dos partidos. Segundo Marina, o PV não conseguiu se desvencilhou da cultura política brasileira. Se perdeu em carguinhos, em fisiologismo.

Com sua saída, um novo partido pode sair, mas só após as eleições de 2012. Mas uma certeza, um movimento Verde e Cidadania já deu sinal no evento que está aí e veio para ficar.

Leia a íntegra do discurso de Marina Silva.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

ALFREDO NASCIMENTO PEDE DEMISSÃO

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM) não resistiu à pressão após denúncias de corrupção em sua pasta e pediu demissão. No fim da tarde desta quarta-feira (6), ele encaminhou seu pedido de demissão à presidente Dilma em "caráter irrevogável".

A situação de Alfredo Nascimento no Ministério estava insustentável desde o último fim de semana quando a revista Veja revelou superfaturamento de obras e recebimento de propina envolvendo servidores e órgãos ligados ao Ministério.

De imediato, a presidente Dilma afastou meia dúzia que trabalhava com Nascimento e foram citados na reportagem. Mas a cada dia, a situação dele no comando da gestão se complicava e o circulo se fechar. A permanência do ministro já não era uma incerteza.

O estopim para o pedido de demissão do ministro foi uma reportagem do jornal O Globo, segunda-feira (4) que revelou um crescimento de 86. 500%, em cinco anos no patrimônio do arquiteto Gustavo Morais Pereira, 27 anos, filho de Nascimento.

Desgastado com as denúncias, Alfredo Nascimento não encontrou alternativa que não fosse a demissão. Mesmo com o apoio de alguns parlamentares do PR durante a semana, ele viu que sua permanência no governo de Dilma seria algo arriscado demais. Agora, ele reassume sua vaga no Senado e a presidência do partido.

Fora do Ministério dos Transportes – cargo que exercia desde o governo Lula – ele traçará seu rumo: se ataca o governo com sua significativa bancada de 40 deputados e 8 senadores ou se fará sua defesa. Talvez faça as duas coisas.

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BIJOUX BY MARINA

Os acessórios usados por Marina Silva na campanha presidencial do ano passado roubaram a cena. Confeccionados artesanalmente por ela, os brincos, anéis e colares são ecologicamente corretos. A matéria prima são sementes de açaí, mulungu, jarina e hastes de palmeira pupunha.

Marina é uma exímia designer (corta, lixa, esculpe e dá o polimento) e de tanto ouvir sobre seus adornos, a ex-senadora resolveu lançar sua marca de bijoux e em breve as peças produzidas por ela poderão ser compradas. O nome da marca ainda é segredo.

Em matéria da revista Vogue deste mês, ela adianta que as duas primeiras coleções são inspiradas em duas tribos indígenas: a Ashaninka e outra nos Navajos. Com aproximadamente dez peças prontas para serem vendidas, ou quase, à Vogue, Marina disse que faz as peças mas depois não quer vender.

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terça-feira, 5 de julho de 2011

SOBRAL, 238 ANOS

A cidade de Sobral, situada na região norte do Ceará, comemora hoje 5 de julho, 238 anos. Segundo dados do IBGE (2010), Sobral, conhecida como Princesa do Norte tem mais de 188,00 mil habitantes aproximadamente e fica a 238 quilômetros de Fortaleza.

O Arco do Triunfo é um dos monumentos que mais caracterizam a cidade. Foi construído por iniciativa de Dom José Tupinambá da Frota, em 1953, como marco da visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Ceará.

O blog Sou Chocolate e Não Desisto parabeniza todos aqueles que contribuíram e continuam trabalhando para que Sobral seja, a cada dia, uma cidade melhor para se viver. Parabéns, Sobral!!!

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

ADEUS A ITAMAR FRANCO

Após ser velado no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, sede do governo mineiro, o caixão com o corpo do senador e ex-presidente da República, Itamar Franco, foi levado para Contagem, regiao metropolitana de Minas, onde foi cremado no fim desta segunda-feira (4). As cinzas serão levadas para Juiz de Fora.

Políticos de vários partidos estiveram presentes: a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), o ex-governador paulista, José Serra, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), os governadores Antonio Anastasia, de Minas Gerais e Geraldo Alckmin, de São Paulo.

Ontem (domingo), o corpo de Itamar Franco foi velado em Juiz de Fora (MG), na Câmara Municipal, onde foi recebido com honras militares. Participaram do velório: o ex-presidente Lula, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e o presidente nacional do PT, Rui Falcão.

Também esteve no velório em Juiz de Fora, o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) – o qual Itamar Franco era vice-presidente e substituiu após o impeachment – e o vice-presidente da República, Michel Tamer (PMDB). Recepiconados pelo senador mineiro Aécio Neves (PSDB).

Via UOL, confira as imagens do velório do ex-presidente Itamar Franco.

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sábado, 2 de julho de 2011

MORRE ITAMAR FRANCO

Itamar Franco, presidente da República de 1993 a 1994, morreu aos 81 anos neste sábado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 21 de maio, quando foi diagnosticado com leucemia.

Segundo o hospital, Itamar morreu às 10h15 após acidente vascular cerebral. O corpo será transferido para Juiz de Fora (MG), para ser velado e depois para Belo Horizonte, onde por desejo do presidente, o corpo será cremado, após receber homenagens no Palácio da Liberdade.

Eleito senador pelo PPS de Minas Gerais no ano passado, Itamar estava licenciado do cargo depois para realizar o tratamento contra a doença e, segundo os médicos, vinha respondendo bem às sessões de quimioterapia.

Confira as fotos da trajetória política de Itamar Franco. Clique aqui.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

QUEM VAI COM MARINA?

O Partido Verde está um caldeirão efervescente desde o fim das eleições de 2010 – quando o partido saiu praticamente do anonimato – graças à forte presença de Marina nas urnas, porque seus integrantes continuam se divergindo entre os verdes de Marina e os pennistas aliados do deputado federal, José Luiz Penna, presidente nacional do Partido.

Quando filiou-se ao Partido Verde no em agosto de 2009, a ex-senadora almejava várias mudanças entre elas um partido mais democrático. Mas após as eleições de 2010, ela percebeu que os caminhos democráticos dentro da sigla estavam mais embaraçados que antes. Pois os ‘pennistas’, não arredam o pé da direção e por meio de manobras, dificultam a entrada de quem pensa diferente.

No comando do Partido Verde há mais de dez anos, Penna e seu grupo, ignoram a força dos novos verdes, até de Marina Silva, responsável por tirar o PV da penumbra e colocá-lo nos holofotes nacional e internacional com seus milhões de votos arraigados na última eleição.

O combinado não sai caro, esse ditado popular não se enquadra aos dirigentes daquele partido. Todo esse impasse ocorre porque o presidente Penna ignora o acordo realizado em agosto de 2009, quando Marina integrou-se ao ninho verde. Entre as mudanças firmadas entre eles estava a realização de eleições nos diretórios municipais e estaduais a cada dois anos o que não foi cumprido.

Além disso, tem-se feito pouco caso com os dissidentes verdes e Marina já ensaia sua saída do Partido nas próximas semanas. Está descartada a possibilidade de filiação com outra sigla já existente. Há especulações de que ela fundará um outro partido,. O Partido da Causa Ecológica (PCE).

Com a saída dela, o PV volta a ser um naco, sem estrutura de grandes campanhas. O partido conseguiu quase 20 milhões de votos em uma candidatura presidencial, mas esse feito se deve a trajetória política, o carisma e a reputação ilibada de uma personalidade como Marina que se sente ultrajada por não acatarem suas ideais.

Ela deixando o PV saberá quem são seus amigos, pois só os verdadeiros amigos não deixam outro no caminho e seguem juntos. Só então, ela conhecerá seus fiéis companheiros de luta e teremos a resposta para: Quem vai com Marina?

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terça-feira, 28 de junho de 2011

DISCURSO POLÊMICO

O discurso da deputada estadual e ex-atriz Myrian Rios (PDT) tem causado polêmica. A deputada missionária católica se manifestou contra a PEC 23/2007 de autoria do deputado Gilberto Palmares (PT), que empregado não pode ser demitido por sua orientação sexual.

Myrian Rios associa homossexualidade com à prática de pedofilia e diz que não é preconceituosa e que, a PEC 23/2007 tira o direito de ser heterossexual. “Eu tenho direito de não querer um homossexual como meu empregado”.

O discurso polêmico da deputada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) tem repercutido. O autor Walcyr Carrasco (Morde & Assopra), em seu blog criticou o pronunciamento da deputada.

“Só mesmo a falta de inteligência faz alguém confundir orientação sexual com pedofilia. Se ela afirma que não quis dizer isso, pior. Então, não sabe nem criar um discurso coerente”. Diz o autor. “Myrian Rios era medíocre como atriz e deve ser burra”, finaliza Walcyr.

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RESULTADO DA ENQUETE...

Em enquete, o blog Sou Chocolate e Não Desisto quis saber a opinião de seus leitores sobre o PLC 122/2006, que entrará em votação no Senado até o fim do ano. O projeto pune atos homofóbicos.

Por maioria, os leitores se posicionaram a favor da criminalização da homofobia. Com 81,40% dos votos a favor e 18,60% se posicionaram contra o PLC 122/2006.

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domingo, 26 de junho de 2011

MORRE PAULO RENATO SOUZA

O ex-ministro Paulo Renato Souza morreu na noite de sábado (25), aos 65 anos, na cidade de São Roque, no interior de São Paulo, após sofrer um infarto fulminante no hotel onde estava hospedado.

Paulo Renato foi ministro da Educação nos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso, de janeiro de 1995 e dezembro de 2002.

A criação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) está entre suas realizações no Ministério da Educação.

O último cargo público que ele ocupou foi o de secretário estadual de Educação no governo Serra, até dezembro do ano passado.

Natural de Porto Alegre, o ex-ministro tinha 65 anos e já apresentava um histórico de problemas cardíacos.

Seu corpo está sendo velado na Assembleia Legislativa com a presença de lideranças do PSDB, como o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

Também estiveram presentes: o ex-governador de São Paulo José Serra, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Políticos de vários partidos também já estiveram no velório.

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PARADA GAY DE SÃO PAULO - 15 ANOS

A 15ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) de São Paulo que será realizada hoje (26), a partir das 12 horas na Avenida Paulista, com o tema Amai-vos uns aos outros: Basta de Homofobia deverá levar mais de 3,5 milhões de participantes, segundo os organizadores do evento.

Neste ano não tem eleições, então será difícil encontrar algum politico em cima de um trio elétrico. Em ano eleitoral, os trios elétricos viram palanques para políticos oportunistas. A disputa por cada metro quadrado parece até camarote na Marquês de Sapucaí, buscando aparecer na mídia arco-íris.

Mas há políticos no evento que estão engajados com a causa LGBT há muitos anos, por exemplo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), que participou de todas às edições da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Ela é autora do projeto de lei de união civil entre pessoas do mesmo sexo que está engavetado na Câmara há mais de 17 anos.

A Parada do Orgulho Gay de São Paulo é reconhecida no mundo inteiro como a maior manifestação do gênero. Em São Paulo, segundo informações, o evento só perde para a Fórmula 1, em faturamento.

Segundo pesquisa realizada nesta semana na capital paulista, cada freqüentador da Parada gasta por dia cerca de R$ 1.400 com hospedagem, alimentação e preparativos para o dia da Parada. O clima de festa arco-íris começa uma semana antes do dia do evento.

A Parada tem se tornado um evento político, onde os defensores do movimento LGBT colocam em discussões as políticas públicas para a comunidade LGBT. Minoria que não exige nada demais, apenas o direito garantido pela Constituição Federal e que não é respeitado.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

TIRIRICA, NEPOTISMO NÃO!

Em duas inserções do Partido da República em São Paulo, nesta noite de quinta-feira (23), o partido trouxe novamente sua principal celebridade, o palhaço Tiririca, agora deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva.

Com a vestimenta que lhe rendeu projeção nacional e os trejeitos do palhaço, Tiririca disse que está aprendendo o que faz um deputado. Ele fala de educação e nepotismo.

Foram duas propagandas. Na primeira, Tiririca pede para as crianças estudarem: ““Vai no colégio, vai estudar, vai aprender, vai no colégio”. Na segunda, o deputado aparece com seus pais: “Tiririca Mãe” e “Tiririca Pai”.

Tiririca fala sobre nepotismo e diz que um deputado federal não pode empregar a família. Em seguida, ele completa: “Então, pai, continua catando latinha e mãe, continue lavando roupa pra fora”. Veja o vídeo nepotismo.

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

FOGOS E ARTIFÍCIOS!


Do Paixão do jornal Gazeta do Povo
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

JABUTI MAROTO

Por Dora Kramer colunista do O Estado de S. Paulo

A presidente Dilma Rousseff tem dois caminhos a seguir assim que a Medida Provisória 527 seguir para exame do Senado.
Pode recuar da ideia de instituir o sigilo sobre os orçamentos das obras para a Copa e a Olimpíada ou caminhar para uma derrota certa e talvez mais acachapante que a imposta pela Câmara no Código Florestal.
A julgar pela manifestação do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), contrária à peculiar fórmula proposta pelo Palácio do Planalto, é possível nessa altura que o recuo já esteja nos planos do governo.
Afinal, Sarney não é dado a independências nem a confrontos. Mas, se não é jogo combinado, é um aviso de quem amigo é. A declaração não deixa margem a dúvidas: o presidente do Senado diz que o Regime Diferenciado de Contratações não passa pela Casa com o dispositivo do segredo.
Defensor de outros sigilos - dos atos secretos e dos documentos oficiais ultrassecretos -, Sarney não diria o que disse se não tivesse a lhe respaldar um retrato do estado de espírito não só do colegiado que preside como também da opinião pública.
Portanto, esse problema está praticamente resolvido. Só não está completamente solucionado porque o governo poderá tentar reformular a proposta de maneira menos explícita, mas que ao fim e ao cabo acabe preservando o sentido original do "jabuti".
Ele não foi posto onde está por acaso: resultou de ato de um deputado do PT, José Guimarães (CE), na noite da votação na Câmara e logo após uma reunião de líderes de partidos governistas.
Mais: foi defendido pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, a propósito de atribuir a repercussão negativa a um "mal entendido".
Tanto houve se entendeu tudo muito bem que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), já precisou anunciar a disposição da base governista de "promover ajustes" na MP, "mudar alguma coisa no texto" a fim de evitar que a presidente assuma o desgaste do veto.
Note-se que Jucá embola a argumentação colocando as coisas de forma a inverter o ônus, como se o sigilo tivesse surgido por iniciativa da Câmara e não por inspiração do Planalto.
Falou como se o veto rendesse um malefício político à presidente quando, na verdade, ele seria um benefício. Mas isso só no caso de todo mundo esquecer que a própria Dilma defendeu o sigilo sob a pueril argumentação de que assim se evitaria a formação de cartel entre as grandes empreiteiras.
Ademais, não é sobre a possibilidade de veto que se fala, pois isso seria partir do pressuposto que o Senado aprovaria o texto como está.
O que está posto é algo bem diferente: o imperativo de o governo mudar de posição para escapar da derrota certa. No Congresso e na sociedade.
Trem pagador. O PT quer instituir o dízimo sobre a verba extra dos parlamentares, destinada a custear despesas decorrentes do exercício do mandato.
O partido alega que é preciso criar um fundo para "atender ao interesse coletivo da bancada". Seja qual for a justificativa para tentar tornar a proposta mais palatável ao público pagante, o fato é um só: trata-se do desvio do dinheiro para função alheia à destinação original.
Neste aspecto, a voracidade do PT para açambarcar recursos públicos não difere em nada na conduta de parlamentares que empregam a verba em despesas indevidas.
Tais como festa em motel e diárias de hotel em Brasília, conforme indicavam notas apresentadas pelo deputado Pedro Novais (PMDB-MA), ministro do Turismo, e pela então senadora Ideli Salvatti (PT-SC), ministra da Secretaria de Relações Institucionais.
Mercado futuro. Adversários políticos da ministra Gleisi Hoffmann no Paraná reconhecem: se não houver percalços em sua gestão à frente da Casa Civil, ela é candidata, e forte, ao governo do Paraná em 2014.
Se vier a se compor com o tucano Gustavo Fruet para a eleição à prefeitura de Curitiba em 2012, na eventualidade de o ex-deputado deixar o PSDB, Gleisi é tida como imbatível.
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PARABÉNS, MARCO PRADO, O CHOCOLATE

A Câmara Municipal de Sobral (CE) amanheceu achocolatada!!! É aniversário do vereador Marco Prado, o Chocolate.

O jovem político da família Prado está desenvolvendo um excelente trabalho e tem recebido respaldo de todos os que acompanham suas atividades no legislativo sobralense.

A perseverança tem sido a marca desse político em defesa da população de Sobral que, sem medir esforços tem demonstrado em suas ações que ainda é possível fazer politica com ética e competência.

Todas as segundas e terças-feira, a partir das 17h00, acompanhe Marco Prado nas sessões ordinárias da Câmara Municipal de Sobral através da TV CÂMARA.

Ao Chocolate, muita saúde, paz e felicidade. Parabéns, Marco Prado!!!

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terça-feira, 21 de junho de 2011

RESULTADO DA ENQUETE

Na semana passada o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade liberou a Marcha da Maconha, em todo o país. Em enquete, o blog Sou Chocolate e Não Desisto quis saber a opinião de seus leitores: você é a favor ou contra? Confira o resultado.

Com 79,41% dos votos, leitores se posicionaram a favor da liberação da Marcha da Maconha e 20,59% votaram contra a decisão do Supremo Tribunal Federal.

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domingo, 19 de junho de 2011

OS MENTORES DO DOSSIÊ

Reportagem da revista Veja desta semana revela quem estava por trás do Dossiê dos Aloprados, que ocorreu na reta final do primeiro turno da campanha ao governo paulista, em 2006, entre os candidatos Aloizio Mercadante (PT) e José Serra (PSDB).

A mala com 1,7 milhões de reais apreendida pela Polícia Federal no poder de petistas em um hotel na capital paulista, foi o pivô do escândalo.

Veja teve acesso às gravações de conversa de um dos acusados, Expedito Veloso. Rompendo o pacto de silêncio, ele disse quem agiu por trás do escândalo que ficou conhecido como Dossiê dos Aloprados.

Agora, cinco anos depois, o petista Expedito Veloso quebra o silêncio e conta quem agiu no episódio que tinha como objetivo liquidar a candidatura do tucano já no primeiro turno das eleições.

Segundo Expedito Veloso, o atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante (foto), então candidato ao governo de São Paulo e o ex-governador Orestes Quércia (falecido em 2010), cacique do PMDB paulista, foram os mentores e financiadores da fraude eleitoral.

Confira a reportagem na íntegra.

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sábado, 18 de junho de 2011

SALÁRIOS...

Os recentes episódios envolvendo os bombeiros no Rio de Janeiro motivou manifestação nas redes sociais contra a política salarial do governador Sérgio Cabral, do PMDB.

BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;

Bombeiros R$ 960,00 Para salvar vidas;

Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;

Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.

E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para F#@%$ a vida dos outros !

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

PROMESSA DE RENÚNCIA

O Projeto de Lei 122/2006 que criminaliza a homofobia apresentado na legislatura passada pela ex- senadora Fátima Cleide foi arquivado. Com a chegada da senadora Marta Suplicy (PT-SP), defensora da causa GLBT, a PL 122 foi desarquivada e pode ser aprovada.

Até ser aprovada, a PL 122 terá que driblar as bancadas evangélica e católica, que prometem impedir a provação. Um dos senadores combatíveis ao movimento LGBT é Magno Malta (PR-ES), que recentemente em seu site prometeu renunciar o mandato se o projeto for aprovado.

O senador tem nutre uma certeza demasiada de que a iniciativa da senadora Marta Suplicy é natimorta. Segundo ele, a proposta já voltou morta e sepultada. Em Brasília já tem congressista que ver como mais um motivo para votar o projeto.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

DECISÃO UNÂNIME

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela liberação da Marcha da Maconha no país. Para alguns, a proibição fere a liberdade de expressão. Para outros, é apologia à droga. Os ministros consideraram que as manifestações são um exercício da liberdade de expressão.

O relator do caso, ministro Celso de Mello, afirmou que a manifestação pública não pode ser confundida com crime previsto no Código Penal. “Marcha da Maconha é expressão concreta do exercício legítimo da liberdade de reunião”, afirmou.

Em alguns estados a manifestação para a descriminalização da maconha foi proibida pela justiça. Em São Paulo, a marcha que ocorreu na Avenida Paulista, foi repreendida com violência pela polícia. E você, é contra ou a favor?

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terça-feira, 14 de junho de 2011

ARTE DO IMPOSSÍVEL

Por Dora Kramer colunista do O Estado de S. Paulo
É claro que a nova ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, pode surpreender. É uma hipótese remota, mas não é impossível que ela se saia bem na função de administrar apetites, humores e armadilhas de uma base parlamentar ampla, abrigo do maior ninho de cobras criadas da República.

A tarefa inicial é dura: desfazer a primeira impressão de que a presidente Dilma Rousseff só quis afirmar autoridade e confrontar os aliados, escolhendo uma colecionadora de arestas. Não por outro motivo a não ser a aposta de que não há o menor risco de dar certo, Ideli recebeu elogios da oposição.
Os adversários e os aliados em estado de beligerância querem mesmo é ver o circo pegar fogo na articulação política. Aqueles por dever de ofício e estes para que mais à frente a presidente se renda à necessidade de seus préstimos.
A eles Ideli precisará se mostrar bem melhor que a encomenda: conquistar confiança, confirmar influência junto a Dilma e desenvolver capacidade de fazer valer o combinado. Seja no tocante aos atendimentos materiais, seja no tocante aos acordos de procedimentos no Congresso.
No PT caberá a Ideli conduzir a pacificação com sutileza para deixar que o ex-presidente Lula dê cabo da missão (coisa que só ele pode fazer, pois só ele tem a influência necessária sobre o partido) sem dar a impressão de que Dilma está sendo tutelada.
Sutileza não é exatamente o atributo preponderante na personalidade da ministra, como se percebe no esforço de fazer frases para obter um efeito, sempre se referindo à disposição de ser afável, de ouvir, conversar e não repetir o erro da conformação centralizadora do breve período Palocci.
Por ora, louve-se o empenho de Ideli Salvatti para desfazer a má impressão, mas note-se também um quê de artificialismo, cuja resultante é contraproducente.
Dizer que vai fazer "uma operação limpa prateleira, coisa de mulher", não agrada nem às mulheres hoje menos interessadas em ser reconhecidas por méritos domésticos, nem a parlamentares que podem não gostar de ver seus pleitos, ou eles mesmos, comparados a mercadorias em estoque nas prateleiras do Planalto.
Se Luiz Sérgio, como disse, fez mesmo o possível, restará a Ideli fazer frente ao impossível.

Intérpretes. A carta derramada em elogios que a presidente Dilma Rousseff enviou ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso suscitou as mais diversas especulações entre os tucanos que se reuniram no último fim de semana em São Paulo para duas das várias celebrações pelos 80 anos de FH.
Houve quem visse nos termos intenções estratégicas de aproximação; houve quem enxergasse a vontade de marcar diferença em relação a Lula, sempre belicoso em relação a Fernando Henrique; houve quem interpretasse como um gesto de gentileza sem conteúdo político.
Fernando Henrique não deu interpretação política ao texto, mas também acha que a presidente foi bem além da mera formalidade. "Fiquei bastante sensibilizado", disse.
Autoria. Segundo informações do Palácio do Planalto, houve gentileza, mas houve política também na carta que Dilma mandou a Fernando Henrique. Nada a ver com Lula, mas tudo a ver com a intenção de transmitir uma disposição à distensão de ânimos. Ela sabe que não "segura" um ambiente de conflito permanente como fazia o antecessor.
A primeira versão da carta foi escrita por Antonio Palocci, obviamente antes do desfecho da crise que resultou na saída dele do governo. Depois disso o texto foi refeito algumas vezes a várias mãos por ministros e assessores palacianos.
No embalo. José Dirceu ofereceu e a revista Interesse Nacional aceitou publicar um artigo dele, cuja intenção é servir de contraponto ao polêmico texto de Fernando Henrique sobre o papel da oposição no Brasil.
O título do artigo é O papel do PT no Brasil e sai na edição de julho.
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sábado, 11 de junho de 2011

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, 80 ANOS

Amigos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pretendiam celebrar seus 80 anos durante todo o ano 2011, mas avesso à festa, FHC preferiu reunir alguns amigos em uma seleta lista de 500 convidados para uma superfesta na noite nessa sexta-feira (10), na Sala São Paulo, na capital paulista.
Amigos, ex-ministros de seu governo, intelectuais, correligionários e familiares estiveram presente para parabenizar Fernando Henrique pelos seus 80 anos, bem vividos. Confira as fotos do evento no site Glamurama.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

S.O.S BOMBEIROS, CONTRA, A FAVOR E MUITO PELO CONTRÁRIO

Por Arthurius Maximus do blog Visão Panorâmica

Em relação à dramática situação do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, uma única pergunta deve ser feita: Quem, em sã consciência, pode posicionar-se contra as reivindicações deles? A resposta também é uma só: Ninguém.

Contudo, a clara politização do movimento, a infiltração de elementos que pouco estão se importando com a situação da bombeirada e querem apenas colher frutos pessoais, usando o sofrimento desses heróis como vampiros, é óbvia e claramente sentida por qualquer pessoa sensata.

A começar pelo interesse e patrocínio ativo do ex-governador Garotinho. Nada que Garotinho toque, participe, encampe ou sequer olhe permanece puro e livre de “interesses ocultos”. Conhecido como “Teflon” nos meios políticos – graças a incrível capacidade de escapar ileso de todas as denúncias de corrupção, crimes diversos e processos a que é submetido – o ex-governador foi um dos que pior atendeu aos anseios da corporação durante seus mandatos e de sua esposa; fazendo os bombeiros patrocinarem verdadeiras comédias com mangueiras furadas, carros enguiçados, equipamentos quebrando e falta de combustível, água e os mais elementares equipamentos.

A invasão do Quartel General, na Praça da República, é um exemplo de como a infiltração política pode causar danos à corporação e a figura humana do bombeiro – seja oficial, soldado ou praça – pois, como militar, o bombeiro está sujeito a um ordenamento específico e muito mais rígido do que a população civil. E, mesmo sob o argumento de que o quartel é “a casa do bombeiro” a quebra de disciplina e de hierarquia – obviamente insuflada pelos que desejavam o espetáculo de mídia – foi grave e deve ser punida. A impunidade a tal insubordinação pode gerar um precedente perigoso e proporcionar o combustível necessário para que outras forças auxiliares ou mesmo unidades das forças armadas procedam da mesma forma.

Já imaginou, caro leitor, se policiais armados – lutando por melhores salários e ignorados pelo governo – resolvem invadir delegacias ou quartéis para protestarem. Já imaginou se o policial simplesmente cruza os braços e se recusa a cumprir o seu dever, mesmo diante de uma vítima em perigo mortal? Qual seria a sensação provocada por uma horda de soldados das forças armadas, invadindo quartéis e destruindo aeronaves, veículos, equipamentos e navios?

Mesmo achando que uma punição deva ser aplicada aos bombeiros revoltosos; entendo perfeitamente que toda essa situação – e até o aproveitamento político da luta dos bombeiros – foi provocada única e exclusivamente pela incompetência, descaso, má-fé e despreparo do governador Sérgio Cabral, do seu secretariado e do Chefe dos Bombeiros que se recusaram a ouvir as reivindicações justíssimas de uma classe imprescindível para a segurança de todos nós. Portanto, a única pena prevista no código militar para o crime de motim – a expulsão, seguida de prisão – não deveria ser aplicada a nenhum dos bombeiros detidos. Uma pena alternativa (suspensões sem soldo, reclusão nos quartéis, etc…) mesmo sob um manto de “impunidade”, frente à justiça militar, essa alternativa deveria ser aplicada para encerrar o caso o mais rápido e justamente possível.

Um salário ridículo; o desespero pela situação calamitosa em que vivem mergulhados; a sensação de abandono pela recusa em ouvi-los e as propostas mirabolantes feitas pelos que desejam o confronto mais e mais violento e a promoção pessoal foram os fatores que se uniram para tornar real o espetáculo dantesco da invasão do Quartel General pelos amotinados.

Portanto, cabe ao nosso ausente, espetaculoso, ridículo e ineficiente governador consertar a lambança que sua administração fez e sair dessa situação com os menores danos possíveis a uma corporação que só tem serviços valorosos prestados ao povo do Rio de Janeiro e até de outros países.

O que não se pode dizer do governador Sérgio Cabral e, muito menos, do ex-governador Garotinho.

Pense nisso.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

MOLHO AZEDO

O caso do ex-ativista italiano Cesare Battisti teve mais um desfecho nesta noite de quarta-feira (8), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu soltá-lo e não extraditar para a Itália. Com essa decisão, o molho da relação entre os dois países pode azedar. Entenda o caso, clique aqui.
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terça-feira, 7 de junho de 2011

PALOCCI PEDE DEMISSÃO

Considerado um dos ministros mais fortes do governo Dilma, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci pediu demissão do cargo na tarde desta terça-feira (7), após longa conversa com a presidente Dilma Rousseff.

O estopim foi a reportagem do jornal Folha de S. Paulo em 15 de maio que revelou aumento no patrimônio de Palocci em 20 vezes, nos últimos quatro anos. De lá para cá, a permanência dele na Casa Civil ficou fragilizada.

As explicações do ministro na última sexta-feira (3), no Jornal Nacional não convenceram politicamente e a cada dia o desgaste do todo poderoso era visível. O apoio de seus correligionários não foi tão robusto como ele esperava.

Até o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva foi a Brasília para tentar evitar mais uma renuncia de Palocci, mas não foi o suficiente.

Para comandar a Casa Civil, a escolhida pela presidente Dilma foi a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), esposa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

HUMALA, PRESIDENTE

A campanha presidencial mais disputada dos últimos anos no Peru deu vitória ao candidato nacionalista Ollanta Humala, 48 anos, que tinha como adversária, a conservadora Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que cumpre pena de 25 anos de prisão por corrupção e violação dos direitos humanos.

Após a confirmação da vitória, o novo presidente do Peru foi a Praça 2 de Maio, onde uma multidão de “humalistas” o esperavam. Num breve discurso Humala agradeceu seus eleitores e prometeu promover a inclusão social.

No discurso, Humala disse: “A grande transformação que hoje chega ao Palácio do Governo é o resultado do trabalho de milhões de peruanos que lutaram para defender a democracia e seus valores”, disse para o povo. Ele governará o país até 2016.

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