A serviço de quem o relator do processo Master na Corte
de Contas segurou o julgamento do processo?
Momento é estratégico porque Daniel Vorcaro está prestes
a delatar
Estranhamente, Jhonatan
mudou de ideia com o argumento de que precisa receber informações sobre
as apurações do caso que estão sendo feitas no Supremo Tribunal
Federal, onde tramita o inquérito que investiga as fraudes do banco
de Daniel
Vorcaro.
O vaivém da posição favorece a defesa de Vorcaro e também os
políticos aliados que, por ventura, tenham algo a temer por terem mantido
relações obscuras e não republicanas com o dono do Master.
O momento é estratégico porque o
ex-banqueiro está prestes a delatar. Ele assinou um termo de confidencialidade
com as autoridades (primeira etapa do acordo de colaboração premiada) e
Brasília está em compasso de espera. As suspeitas de que aliados de Vorcaro
estejam atuando dentro do tribunal continuam.
Primeiro, a mão invisível do ex-banqueiro tentou suspender
toda e qualquer decisão do BC sobre o Master para impedir o veto da operação de
compra do banco pelo BRB. Com o Master já liquidado, Vorcaro tentou barrar a
venda dos ativos pelo liquidante para ficar com os seus bilhões em caso de
nulidade posterior do processo.
Em seguida, a tentativa foi barrar a liquidação
do banco decretada pelo BC. O episódio ficou conhecido coma desliquidação
(sic) do Master e entrou vergonhosamente para a história do sistema bancário
nacional.
A esperança é que o inquérito possa avançar nas
investigações e descubra o que aconteceu no subsolo do TCU. Talvez, isso já
tenha acontecido.

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