sábado, 1 de junho de 2019

RECADINHO DA MINISTRA

Flávia Boggio, Folha de S.Paulo
Olá, queridos leitores. Tudo bem com vocês? Espero que sim, com a graça de Deus.
Como ministra, venho aqui esclarecer sobre os vídeos divulgados nas últimas semanas. São cultos nos quais alerto meus fiéis sobre homossexualidade em desenhos infantis, como “Frozen” e “Bob Esponja”.
Não desminto as palavras, pelo contrário. O Anjo das Trevas, o Dito-Cujo, o Tinhoso chega a nossas crianças por todos os lados e em inúmeros desenhos. Muito antes do “gayzismo” ártico de “Frozen”, Walt Disney já pregava que mocinhas virgens fugissem de casa para morar com sete homens. Vai saber o que ela fazia naquela cabana em troca de abrigo e um prato de sopa?
Se vocês pensassem mesmo na família, saberiam que Walt Disney era um provável agente do Tinhoso, um office boy do Canhoto, com seus desenhos sobre meninas que se recusam a ser princesas. Ou, no caso de Cinderela, sobre drogas que dão para a gente dormir enquanto roubam nossas coisas.
A catequese de Lúcifer está em desenhos vistos diariamente por nossas crianças. Só os tolos não veem que “Scooby Doo” exalta a balbúrdia de estudantes que, de tanto consumir tóxicos, saem por aí conversando com cachorros. Ou os “Ursinhos Carinhosos” e “Pequeno Pônei”, que, assim como Paulo Freire, doutrinaram crianças de ontem que hoje são a massa comunista e “gayzista” da esquerda.
A tentação também está na música, que é o Belzebu em forma de ondas sonoras. Cazuza já usava canções para celebrar seus canudos de cheirar cocaína, a caspa do diabo. Rita Lee, que se esconde por trás de luta por bichinhos, cantava “venha sugar meu sangue”, pregando libertinagem oral em mulheres menstruadas.
A perdição está, acima de tudo, na grande caixa preta do capeta chamada televisão. 
Em forma de entretenimento, o Canhoto divulga o mal pagão em seu “Caldeirão”. Celebridades gritam “É de Casa”, pois o Coiso só entra no nosso lar se for convidado. Não é de espantar que se trata de programas da emissora que age como assistente da serpente, o Rappi de Satã chamado Rede Globo.
Essa, aliás, se fosse mesmo fiel em Cristo, saberia que não existe Globo. Se chamaria Rede Plana.
Flávia Boggio
Roteirista e autora do núcleo de humor da Globo
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