Às vezes leio em postagens de amigos ou em sites panfletários
que no Brasil atual vive-se uma suposta "onda" de ódio e
intolerância. Errado. Ninguém odeia alguém meramente por pensar diferente no
plano político. Eu não "odeio" o PT por causa de seu conteúdo
ideológico, mas pelas suas ações concretas no poder.
Causa-me nojo o relativismo ético-moral a que tanto se
apegam. Usam dos erros de outros governos para legitimar os seus. O que há no
Brasil não é um sentimento de ódio, mas de cansaço dos brasileiros diante de
tanta corrupção patrocinada por um projeto criminoso de poder articulado
internacionalmente, inclusive. Os petistas se fazem de "judeus" e
nós, que fazemos oposição a este governo, somos os "nazistas". Mas
quem não tolera a oposição?
Sim, ele mesmo! O Stálin cachaceiro de Caetés, o
ex-sindicalista líder da seita-partido que entregava seus próprios companheiros
de sindicato para órgãos da ditadura. Inclusive era qualificado em registros do
extinto DOPS com o codinome "Barba".
A sociedade protestará no dia 16 contra as mentiras de sua
mandioquíssima gerentona nada sapiens. Contra as pedaladas fiscais. Contra a
conta de energia nas alturas. Contra o corte em direitos trabalhistas. Contra
aumentos de impostos.
Contra altas taxas de juros. Contra a classe política em
geral. Contra o PT, que se beneficiou de generosas "doações legais"
advindas de propinas na Petrobras. Contra o loteamento de cargos públicos para
garantir governabilidade. Contra sua incompetência em administrar o Brasil.
Contra a inflação e o desemprego.
FORA PT;

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