quarta-feira, 12 de agosto de 2015

SOBRE "ÓDIO"

Por Caio Rocha, professor de História, via Facebook
Às vezes leio em postagens de amigos ou em sites panfletários que no Brasil atual vive-se uma suposta "onda" de ódio e intolerância. Errado. Ninguém odeia alguém meramente por pensar diferente no plano político. Eu não "odeio" o PT por causa de seu conteúdo ideológico, mas pelas suas ações concretas no poder.
Causa-me nojo o relativismo ético-moral a que tanto se apegam. Usam dos erros de outros governos para legitimar os seus. O que há no Brasil não é um sentimento de ódio, mas de cansaço dos brasileiros diante de tanta corrupção patrocinada por um projeto criminoso de poder articulado internacionalmente, inclusive. Os petistas se fazem de "judeus" e nós, que fazemos oposição a este governo, somos os "nazistas". Mas quem não tolera a oposição?
Sim, ele mesmo! O Stálin cachaceiro de Caetés, o ex-sindicalista líder da seita-partido que entregava seus próprios companheiros de sindicato para órgãos da ditadura. Inclusive era qualificado em registros do extinto DOPS com o codinome "Barba".
A sociedade protestará no dia 16 contra as mentiras de sua mandioquíssima gerentona nada sapiens. Contra as pedaladas fiscais. Contra a conta de energia nas alturas. Contra o corte em direitos trabalhistas. Contra aumentos de impostos.
Contra altas taxas de juros. Contra a classe política em geral. Contra o PT, que se beneficiou de generosas "doações legais" advindas de propinas na Petrobras. Contra o loteamento de cargos públicos para garantir governabilidade. Contra sua incompetência em administrar o Brasil. Contra a inflação e o desemprego.
FORA PT;
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