Da VEJA
Na manhã desta sexta-feira, dia 5 de janeiro, o site de VEJA
começará a oferecer uma iguaria do jornalismo nacional: o blog de Ricardo
Noblat, um profissional que, com cinco décadas de carreira brilhante, retorna
às suas origens. Noblat trabalhou em VEJA entre 1977 e 1982, período em que
atuou como repórter no Recife, chefe da sucursal de Salvador e, finalmente,
editor assistente em São Paulo. Agora, depois de passar os últimos onze anos
publicando seu blog no site do jornal O Globo, Noblat traz seu talento de volta
a VEJA.
Em sua coluna, que continuará com o consagrado nome Blog do
Noblat, o jornalista divulgará notas de bastidores, entrevistas, comentários,
reportagens, artigos de colaboradores e vídeos. Noblat também já está no
comando do perfil VEJA 1968 Agora, que vem noticiando os fatos daquele ano
inesquecível, dia a dia, como se estivessem acontecendo neste momento — uma
deliciosa e informativa viagem a meio século atrás. O perfil está no Twitter,
no qual Noblat tem 1 milhão de seguidores.
Jornalista vibrante, curioso e bem-humorado, Noblat faz
parte da estirpe dos repórteres que costumam estar no lugar certo, na hora
certa. Já aos 15 anos, presenciou a prisão do então governador Miguel Arraes,
no Recife, no dia da deflagração do golpe militar de 1964. De lá para cá, foi
testemunha de momentos históricos — da prisão de Lula, então jovem líder
metalúrgico, em 1980, à sua eleição e quase queda no escândalo do mensalão, da
doença e morte de Tancredo Neves à meteórica ascensão de Fernando Collor, cujo
embuste, aliás, Noblat foi um dos primeiros a perceber e a registrar em letra
impressa.
Noblat junta-se a um time estelar de colunistas,
responsáveis por 36 blogs de VEJA e por 25% da audiência do site da revista,
que, no ano passado, chegou a ultrapassar os 30 milhões de visitantes únicos
por mês. Com Noblat na galeria de seus colunistas, VEJA reafirma seu
compromisso com o jornalismo de qualidade e o combate sem tréguas às notícias
falsas e à desinformação.
Publicado em VEJA de 10 de janeiro de 2017, edição nº 2564

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