Jorge Oliveira, Diário do Poder
Brasília - Falta pouco tempo para o Brasil expurgar da
política um dos personagens mais nocivos ao povo brasileiro, cúmplice da maior
roubalheira da nossa história. Dilma será afastada definitivamente da
presidência por ter cometido todo tipo de trapaça ao se juntar com a
organização criminosa do Lula que assaltou os cofres públicos e cometeu a
proeza de enterrar em cova profunda a Petrobrás, uma das empresas mais
importantes do mundo. Dilma tem que botar as mãos para os céus se não sair
algemada, como aconteceria em qualquer país sério do planeta depois dos crimes
que ela cometeu durante os seis anos de mandato.
As falcatruas da Dilma começaram quando ela assumiu a
presidência do Conselho da Petrobrás. Como disse Cerveró, em delação premiada,
ela foi a responsável pela compra da refinaria Pasadena, no Texas, uma sucata
que custou aos cofres da empresa mais de 1 bilhão de dólares. Isso mesmo, 1
bilhão jogados na lata do lixo! De lá pra cá, jamais ela deixou de cometer
dolos tanto como ministra como presidente. Negou de pés juntos que nunca
recebeu dinheiro de caixa dois para a sua campanha até ser desmascarada por
João Santana, seu marqueteiro, em delação premiada.
Com cara de anjo tonto, destrambelhado, ela ainda conseguiu
enganar por muito tempo. Dizia-se honesta para enganar os trouxas. E enganou
milhares deles que foram às urnas para depositar seus votos e trazê-la de novo
à presidência. De volta, sorrateiramente, levou o país ao abismo da
irresponsabilidade fiscal com as tais pedalas que consistiam em sacar dinheiro
de bancos oficiais sem lastro para cobri-los, uma espécie de cheque sem fundo.
Administrou a nação à semelhança da sua loja de R$ 1,99 em Porto Alegre, sempre
à beira da falência. Quando era exigida para analisar o país, rateava,
perdia-se nos pensamentos vagos, alienados e trôpegos.
Não seria exagero dizer que a Dilma envergonhava os
brasileiros obrigados, no exterior, a se desculpar por ela representá-los. Não
conseguiu se impor como mandatária do país nem evitou que a quadrilha
organizada por Zé Dirceu e Lula se expandisse e se enraizasse dentro das
empresas estatais promovendo os saques e os constantes roubos com a
cumplicidade de empresários bandidos. Não respeitava os milhares de votos
recebidos, pois deixou que o país fosse administrado por Lula a quem pedia
aconselhamentos como se fosse uma marionete no cargo de presidente sempre que
se exigia do governo uma posição sobre qualquer assunto mais delicado.
Em plena crise no poder, tentou jogar para a arquibancada
quando recusou um convite para jantar na Casa Branca do Obama, esquecendo-se
que os Estados Unidos é o principal parceiro comercial do Brasil. Uma atitude
ignóbil de uma presidente de meia tigela. Queria mostrar, com isso, que não
estava satisfeita com os espiões dos EUA no Brasil, como se isso fosse uma
novidade. A esquerda de botequim a aplaudiu sem perceber que por baixo dessa
atitude infantilóide estava uma nação à beira da falência e uma administradora
atordoada usando o marketing para esconder a real situação do país.
Ainda na política externa foi incentivada pelo aspone Marco
Aurélio a manter inquebrantável os laços políticos e comerciais com a Venezuela
em detrimento de outros parceiros mais democráticos e úteis economicamente.
Ambos – Aurélio e Dilma – acreditavam que a revolução bolivariana poderia
contaminar o resto dos países do Cone Sul e, com isso, todos nós, los hermanos
revolucionários, marcharíamos em direção aos Estados Unidos para cobrar dos
ianques o nosso atravancado subdesenvolvimento. O desastre na política externa,
deixou o Brasil isolado do mundo e submisso a algumas nações sul-americanas.
Quando a Bolívia privatizou a refinaria da Petrobrás, a petezada achou tudo
normal. Lula não moveu uma palha para evitar a ação truculenta do governo
alegando uma tal de soberania do país vizinho como se houvesse um acordo de
bastidores entre os dois países.
A Dilma não pode sair do Palácio da Alvorada apenas pela
porta dos fundos, como vai acontecer até o final deste mês. Diante das provas
apresentadas pelo marqueteiro João Santana de que ela cometeu crime eleitoral
usando o dinheiro roubado da Petrobrás para financiar a sua campanha, o passo
seguinte à sua saída do palácio seria a prisão, onde iria responder também por
vários outros crimes cometidos à frente da presidência.

Nenhum comentário:
Postar um comentário