segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

DINHEIRO ENTERRADO

Novos documentos da Polícia Federal afirmam que o Grupo Bertin também entrou no consórcio ilícito que pagou a reforma do sítio do ex-presidente Lula, na cidade paulista de Atibaia. O dinheiro que a Bertin enterrou no sítio, a exemplo de outras empreiteiras, segundo a PF é produto de propina.
Da ISTOÉ
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