Novos documentos da Polícia Federal afirmam que o Grupo
Bertin também entrou no consórcio ilícito que pagou a reforma do sítio do
ex-presidente Lula, na cidade paulista de Atibaia. O dinheiro que a Bertin
enterrou no sítio, a exemplo de outras empreiteiras, segundo a PF é produto de
propina.
Da ISTOÉ

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