Está aberta a temporada das críticas políticas em ritmo de
esquindô-lelê, e a vítima agora é o pré-candidato Jair Bolsonaro (ainda no PSC,
mas com compromisso firmado com o PEN, e, recentemente, com o PSL).
O clipe da marchinha "Bolsomico" foi postado na
segunda-feira (8) de manhã no perfil da banda Orquestra Royal, e, em pouco mais
de um dia, ultrapassou 8 mil compartilhamentos.
E, como não poderia deixar de ser quando se trata do
polêmico presidenciável, o assunto já pegou fogo na rede social: entre os mais
de mil comentários, o pessoal se divide entre o grupo do "mito" e o
do "mico".
Para todos os lados
Esta não é a primeira — e nem será a última — incursão da
orquestra mineira pelo universo das sátiras. No CD do grupo, disponível nos
serviços de streaming, sobra para o PSDB ("Solta o cano"), para o
prefeito João Doria ("Pinto por cima") e para o ex-presidente Lula
("Espetista").
Sem contar a anterior "Não enche o saco do Chico",
que critica os ataques sofridos pelo cantor e compositor Chico Buarque no
Leblon, e a mais recente "#VazaQuerido", que dá tchau ao presidente
Michel Temer (PMDB).
"Nós começamos a Orquestra pra fazer música engraçada.
A famosa zueira que corre solta no sangue do brasileiro. A política foi
consequência, dada a riqueza de material que vem de Brasília...", dizem
Alfredo Jackson e Joílson Silva, dois compositores do grupo.
Que inclusive, já está tem mais uma música no forno. Com o
refrão "vovô vai trabalhar", não é difícil saber de que se trata...

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